Incidência de câncer de pâncreas aumenta entre os mais jovens

Incidência de câncer de pâncreas aumenta entre os mais jovens

Os casos de câncer de pâncreas vêm aumentando no mundo todo. Estimativas apontam que em 2020, a neoplasia poderá estar entre a segunda e/ou a terceira causa de óbito por câncer. Hoje, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a doença é responsável por 4% do total das mortes por câncer.

Além de geralmente não apresentar melhoras na mortalidade após tratamento nas últimas décadas, outro fator preocupante da patologia é o aumento de casos em pacientes mais novos. Antigamente, o câncer de pâncreas acometia pacientes da sexta e sétima década, mas hoje, temos visto com frequência pacientes abaixo de 60 anos diagnosticados com a doença.

Esse fato se justifica pelo aumento de hábitos prejudiciais à saúde. Os fatores que têm levado ao aumento da incidência da neoplasia são principalmente o aumento da obesidade associado ao consumo do álcool; a ingestão excessiva de gorduras e carne vermelha; e a maior exposição a solventes e ativos de petróleo.

Prestar atenção aos sintomas é importante e pode contribuir para o diagnóstico precoce, aumentando as chances de sobrevida do paciente. Os sintomas dependem se o tumor está localizado na cabeça do pâncreas ou no corpo e cauda. Quando está na cabeça do pâncreas, os sinais mais comuns são icterícia – amarelamento das mucosas e da pele – dificuldade para comer, emagrecimento e dor nas costas. Já no corpo e cauda, os principais sintomas são dificuldade para comer, sensação de empachamento e dor nas costas.

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