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CÂNCER DE PÂNCREAS

A procura por uma equipe especializada no tratamento de câncer de pâncreas é de suma importância para a qualidade no atendimento ao paciente e tranquilidade de seus familiares.

A escolha do tratamento e a intervenção cirúrgica a ser realizada na remoção do pâncreas e em alguns casos de outros órgãos, deverão ser avaliadas e acompanhadas por especialistas, juntamente com a necessidade dos pacientes de serem submetidos à quimioterapia ou radioterapia. 

O câncer de pâncreas é silencioso e agressivo e o tratamento paliativo é, na maioria das vezes, a melhor opção. O intuito desse tratamento é amenizar o sofrimento do paciente e proporcionar conforto. 

Perguntas frequentes:

1. Quais são os fatores de risco associado ao câncer de pâncreas? 

O tabagismo, o consumo excessivo de carnes e gorduras,o abuso na ingestão de álcool, pancreatite crônica e a síndrome de peutzjeghers são os fatores que apresentam mais riscos.

2. Existe algum marcador tumoral específico para o câncer de pâncreas?
Não. Existem alguns marcadores que podem estar aumentados, como o CA 19.9 e o CEA, porém nenhum destes são específicos. 

3. Existe cirurgia de resgate? E o que significa este termo? 
Sim, isso é possível no caso de câncer de pâncreas, a procura por este procedimento tem aumentado, devido aos novos quimioterápicos e equipes cirúrgicas especializadas em cirurgias de alta complexidade envolvendo retirada de veias e, em alguns casos, artérias. A cirurgia de resgate é o termo usado quando, tenta-se fazer uma cirurgia de retirada do tumor e não se obtém sucesso ou quando após tratamento com quimioterapia, ou melhora do estado geral do paciente se tenta um novo procedimento cirúrgico. 

4. Todo pacientes com icterícia é diagnosticado com câncer de pâncreas?
Não, o paciente pode ser diagnosticado com hepatite, síndromes colestáticas e pedra no canal da bile. 

5. Toda cirurgia de pâncreas tem que ser feita com corte, com técnica aberta?
Não, em alguns casos, algumas equipes cirúrgicas já operaram o pâncreas pela técnica minimamente invasiva, quer seja via laparoscópica ou robótica, como é o caso da nossa equipe.

6. O tratamento paliativo é só para pacientes em fase terminal?
Não, isso é um erro infelizmente ainda muito comum existente no nosso meio, o tratamento paliativo deve ser começado para dar conforto para o paciente e seus familiares, quer seja com orientações e condutas medicas ou de outros profissionais especializados no caso como nutricionista, psicóloga, fisioterapeuta e outros profissionais da área da saúde.

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