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CÂNCER DE ESTÔMAGO

A incidência de câncer de estômago tem diminuído nos últimos anos, principalmente nos países ocidentais. Não se sabe ao certo o motivo exato, mas estudos têm sugerido que isso se deve ao desenvolvimento de métodos mais apropriados para a conservação dos a

O único tratamento potencialmente curativo para combater o Câncer de Estômago é o cirúrgico. Em grande parte dos casos, porém, pode haver comprometimento oncológico e por isso esta alternativa é descartada. 

A cirurgia consiste em retirar parcial ou total do estômago, além da realização da linfadenectomia. Por isso este tipo de procedimento deve ser feito por equipes bem treinadas, uma vez que a realização inadequada da extração de linfonodos compromete o pós-operatório. 

Esta cirurgia pode ser feita por via aberta, como na maioria dos centros, ou por forma minimamente invasiva, através de laparoscopia ou robótica - como preferido pela nossa equipe. Um diagnóstico rápido e bem realizado é essencial para o sucesso deste tipo de tratamento. Em alguns casos, o paciente chega a um estágio avançado e o mais indicado é realizar o tratamento paliativo - amenizando sua dor, diminuindo as náuseas e vômitos e adequando sua alimentação - para que haja melhoria na qualidade de vida do indivíduo.

Perguntas frequentes:

1. Quais os principais sintomas do câncer de estômago?
Frequentes episódios de indigestão, perda de apetite, dificuldade ao engolir, perda de peso, inchaço abdominal após as refeições, náuseas constantes, azias recorrentes, sangue nas fezes e/ou fezes escuras. 

2. Qual a parte da população que mais desenvolve esse tipo de câncer? 
A ocorrência deste tipo de câncer é duas vezes maior em homens do que em mulheres e costuma acometer pessoas acima de 50 anos de idade. Aqueles que sofrem de distúrbios gástricos provocados por uma bactéria chamada Helicobacter Pylori parecem estar mais suscetíveis a desenvolvê-lo, bem como os que sofrem de anemia perniciosa - que resulta em uma deficiência de vitamina B-12. A propensão hereditária de formação de pólipos no estômago também pode ser um fator de risco, assim como o uso de tabaco.

3. Como funciona o diagnóstico? 
O diagnóstico definitivo de câncer de estômago só é possível por meio de uma biópsia, que geralmente é realizada durante uma endoscopia.