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CÂNCER DE ESÔFAGO

O médico responsável pelo diagnóstico do câncer de esôfago deve indicar qual o procedimento ideal para a retirada do tumor: a endoscopia ou a intervenção cirúrgica.

Para o diagnóstico, é preciso realizar a endoscopia digestiva alta, um exame acessível e simples. Depois, dependendo do que for encontrado, é realizada uma endoscopia, uma tomografia de tórax e abdômen, broncoscopia e outros exames que identificam a extensão do tumor.

O tratamento cirúrgico pode ser feito através da via aberta, cada vez menos utilizado nos grandes centros e por laparoscópica ou robótica, modalidades menos invasivas. Em casos avançados é preciso utilizar o método paliativo, sempre com uma equipe multidisciplinar e altamente qualificada. 


Perguntas frequentes:

1. Quais são os sintomas mais frequentes no caso de câncer de esôfago?
Emagrecimento, dificuldade para engolir inicialmente alimentos sólidos, até o ponto de não conseguir engolir nem a saliva.

2. A cirurgia é a única forma de tratamento?
A cirurgia é a única forma de tratamento potencialmente curativo, porém, dependendo do caso é necessário fazer quimioterapia e ou radioterapia.

3. O estado nutricional do paciente é importante?
Sim, é extremamente importante. Dependendo do estado nutricional do paciente, se faz um esquema específico, em torno de 14 a 21 dias antes de submetê-lo à cirurgia, evitando possíveis complicações.

4. Na cirurgia do esôfago tem que cortar sempre o tórax e abdômen?
Geralmente quando se retira o esôfago por estar acometido com câncer, deve se realizar uma linfadenectomia (retirada dos linfonodos), com o intuito de não deixar nenhum tumor. Para isso se deve realizar a cirurgia em três campos (pescoço, tórax e abdômen).

5. É possível operar o esôfago através da cirurgia minimamente invasiva, chamada de ?cirurgia dos furinhos??
Não só é possível, como é a principal escolha quando se tem que operar a região do tórax. Seja por vide laparoscopia ou por cirurgia robótica, procedimentos que causam menos trauma no tórax do paciente e diminuem a dor pós-operatória e as chances de complicações pulmonares. 

6. Se eu faço quimioterapia e ou radioterapia e o tumor ?some?, eu preciso operar?
Com certeza, pois de 20 a 30% destes casos, são encontrados tumores durante a operação.