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A cirurgia robótica no câncer de pâncreas

Olá. No último post da série sobre cirurgia robótica, eu falo sobre a importância dessa técnica na neoplasia de pâncreas. Confira!
A cirurgia robótica representa um grande avanço no tratamento de tumores pancreáticos.
Inicialmente, após o diagnóstico desse tipo de neoplasia era indicado como tratamento a pancreatomia total convencional, ou seja, retirada total desse órgão com incisão abdominal.
Hoje, com o avanço da técnica cirúrgica já é possível a realização da cirurgia robótica minimamente invasiva para a realização de uma técnica chamada duodenopancreatectomia, em que se retira somente a cabeça do pâncreas e um pequeno segmento do intestino.

Série Câncer de Fígado – Parte III – Fatores de risco e sintomas

Olá. Continuando a série de posts sobre o câncer de fígado, hoje vamos falar sobre os principais fatores de risco e sinais para reconhecer a doença.

Patologias que comprometem a saúde do fígado são um fator de risco importante para o câncer nesse órgão, as hepatites virais crônicas, principalmente dos tipos B e C, são um exemplo disso. O alcoolismo é outro fator importante a se considerar, bem como cirrose hepática, obesidade e diabetes tipo 2.

Sintomas

Apesar de ser uma patologia relativamente silenciosa, a neoplasia de fígado pode apresentar alguns sintomas importantes. Os principais são:

- Perda excessiva de peso;

- Inapetência;

- Sensação de “plenitude” no estômago;

- Náuseas e vômitos;

-Febre;

- Fígado dilatado;

- Dor abdominal;

- Icterícia.

Algumas modalidades de tumor de fígado apresentam também alterações hormonais que podem ser sinal de que algo não vai bem. O aumento do índice de cálcio no sangue, colesterol alto e a hipoglicemia podem ser alertas desse tipo de patologia.

Caso apresente algum desses sintomas, procure orientação médica imediatamente. O diagnóstico precoce é o primeiro passo para vencer a doença! Cuide-se e até a próxima! 
 

Esofagectomia minimamente invasiva apresenta melhores resultados para tratamento do câncer de esôfago, indica estudo

O Estudo MIRO: Esofagectomia Minimamente Invasiva demonstrou que esse procedimento apresentou melhores resultados para o tratamento do câncer de esôfago do que a esofagectomia aberta. A pesquisa foi financiada pelo Instituto Nacional do Câncer da França e apresentada no Congresso da European Society for Medical Oncology (ESMO 2017), em Madrid.
Apesar de ser o tratamento padrão para esse tipo de neoplasia, a cirurgia aberta apresenta desvantagens importantes em relação à técnica minimamente invasiva. A esofagectomia transtorácica apresenta taxas de mortalidade entre 2 e 10% e taxas de morbidade entre 30 e 50%. A técnica laparoscópica indicou resultados promissores, com menor trauma pós-operatório, menores taxas de mortalidade e morbidade e maior qualidade de vida ao paciente.
A análise – realizada entre 2009 e 2012 – selecionou 207 pacientes entre 08 e 75 anos com tumor de esôfago na parte inferior do órgão, de 13 centros de tratamento da França, que foram indicados randomicamente para a cirurgia aberta ou minimamente invasiva. Foram analisadas as taxas de mortalidade e morbidade e a taxa de sobrevida de cada um dos pacientes. O estudo indicou que o grupo submetido à cirurgia minimamente invasiva reduziu a taxa de morbidade em 69% e aumentou os índices de sobrevida global em três anos.
Apesar de novo, os resultados do estudo são animadores, e devem ser considerados no momento da indicação do tratamento para a neoplasia de esôfago. É um procedimento sólido, que diminui riscos para o paciente, e pode evitar custos altos, tanto dos hospitais, dos planos de saúde, dos pacientes e da rede pública em tratamentos das morbidades pós-operatórias, por isso deveria ser indicado para o tratamento padrão nesses casos.
O câncer esofágico é o sexto mais prevalente em mulheres e o décimo terceiro mais prevalente em homens no Brasil, segundo o Instituto do Câncer (INCA). No último ano, foram estimados quase 11.000 novos casos da doença. Acredita-se que o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e o refluxo gastresofágico sejam os principais fatores de risco para a patologia.
 

Série Câncer de Fígado – parte 2 – Incidência e Classificação

Olá. Continuando a série de posts sobre o Câncer de fígado, hoje vou falar sobre a incidência e os tipos dessa doença.
Segundo dados do Instituo Nacional do Câncer (INCA), o câncer de fígado não está entre os 10 mais incidentes no Brasil. É diagnosticado mais frequentemente em homens, acima de 60 anos. Estima-se que a sua incidência seja, em média, de 1 caso a cada 81 homens, e 1 caso a cada 196 mulheres.

 A neoplasia de fígado se divide em dois tipos principais: os tumores primários, ou seja, aqueles que se desenvolvem originalmente no fígado, e os secundários, ou metastáticos. Esses, são células tumorais de outros órgãos que migram e se alojam no fígado.

Os tumores primários podem ser classificados também em três subtipos: o hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular é o mais comum entre os cânceres de fígado, presente em 80% dos casos diagnosticados. É três vezes mais comum em homens, e geralmente, aparecem na sexta e sétima década de vida.

No próximo post, eu falarei sobre os fatores de risco e os principais sintomas da neoplasia de fígado. Até lá!

 
 

Série Câncer de Fígado – parte 1 – Como o fígado funciona?

Olá. Hoje eu começo uma série de posts sobre câncer de fígado. Para entender como os tumores se formam, é preciso entender primeiro o que é esse órgão e qual o seu trabalho no corpo humano.
O fígado é o maior órgão interno do corpo humano e está localizado ao lado direito do corpo, em formato de pirâmide e dividido em lobos. As suas principais funções são: fazer o metabolismo de substâncias do corpo como proteínas, lipídeos e carboidratos; digestão da gordura por meio da bile, enzima produzida pela própria estrutura; filtração de resíduos tóxicos; e metabolização de substâncias que ingerimos, como medicamentos e álcool.
Além disso, é formado por células de diferentes tipos, e por isso, quando algumas dessas células se desenvolvem de forma indiscriminada e anômala, formam-se os tumores no fígado. Por causa da variedade de células, podem se formar vários tipos diferentes de tumor, malignos ou benignos.

No próximo post, eu falarei sobre a incidência, causas e fatores de risco da neoplasia de fígado. Até lá! 

 

Mitos e verdades sobre a saúde do fígado


Olá. O fígado é um dos órgãos do corpo que mais sofre com mitos e crendices populares. Por esse motivo, eu resolvi esclarecer alguns mitos e verdades sobre o assunto. 

1) Enxaqueca pode ser causada pelo fígado
MITO. Esse é um dos mitos mais comuns que existem. O fígado leva a culpa por muitos sintomas da enxaqueca, mas ela geralmente é causada por uma região cerebral chamada mesencéfalo, que quando acionada provoca enjoos e vômitos. Alguns alimentos mais gordurosos podem sim, provocar a ativação dessa região, não por que atingem o fígado, mas sim por conta de substâncias ou aditivos que atingem receptores químicos ativando o mesencéfalo.

 2) Os sintomas da ressaca são causados pelo fígado
MITO. Outra injustiça com o fígado. Os sintomas da ressaca são causados pelos efeitos do álcool sobre o cérebro e não por causar alterações no fígado. Isso não significa que a ingestão em excesso da substância não cause problemas, principalmente em longo prazo. 

3) Enjoo é sinal de problemas no órgão
PARCIALMENTE VERDADE. Enjoos são sinais de diferentes problemas. Desde sinais de infecções até alterações intestinais. Um dos órgãos mais atingidos é o fígado. 

4)  Alguns chás podem fazer mal à saúde do órgão
VERDADE.
Embora não existam pesquisas científicas que corroborem a afirmação acima, especialistas têm observado o aumento de casos de intoxicação no órgão por causa do consumo excessivo de alguns tipos de chás. Os mais observados como prejudiciais são: Sacaca, Kava-kava, carrapicho e poejo. 

5) Alimentos doces contribuem para a diminuição dos sintomas de hepatite
MITO. Outra grande crendice a respeito da saúde do fígado. Em geral, o açúcar se transforma em gordura, o que em excesso pode sobrecarregar o órgão. 

6) O fígado se regenera sozinho
VERDADE. Um fígado em estado saudável consegue se regenerar sem ter o prejuízo de suas funções habituais, o que facilita inclusive a doação de parte do órgão para transplante entre vivos. Por outro lado, em casos de cirrose e neoplasias, após a retirada de um pedaço da estrutura, ela cresce até atingir o tamanho normal, mas pode perder algumas funções e veias originárias da parte retirada. 

Conhece algum mito sobre a saúde do fígado? Envie-me e eu esclareço! Até a próxima. 
 

Esponja encontrada no mar do Alasca pode ajudar a combater o câncer de pâncreas

Bom dia! No post de hoje, eu vou falar sobre uma descoberta que pode trazer benefícios no tratamento do câncer de pâncreas.  

Pesquisadores do Alaska Fisheries Center descobriram que uma esponja verde da espécie Latrunculia austini – organismo encontrado no Oceano Pacífico, próximo à região do Alasca, pode ajudar a combater a neoplasia de pâncreas.

Segundo estudos, moléculas presentes na esponja seriam capazes de destruir as células cancerígenas desse órgão, e, portanto, teriam um papel importante para a regressão da patologia, que é um dos tipos mais letais de neoplasias.

Apesar de a novidade ser animadora, são necessários novos estudos para comprovar a atuação da molécula no organismo humano. 
 
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